FAQ Comercial

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O que é a BEE4?

A BEE4 é uma infraestrutura de mercado inovadora, focada em viabilizar o acesso de PMEs promissoras com faturamento de até R$500 milhões ao mercado de capitais, como motor para a expansão dessas companhias. Atuamos tanto em ofertas primárias, viabilizando a emissão de dívida (notas comerciais e debêntures) e ações (IPOs), quanto no mercado secundário, disponibilizando a negociação desses ativos para os investidores.

A BEE4 se destaca por utilizar tecnologia blockchain para reduzir custos operacionais e por ter desenvolvido no Sandbox um modelo que se tornou inspiração para o Regime FACIL, com foco em viabilizar emissões de pequenas e médias empresas no mercado de capitais e desenvolver o mercado de acesso brasileiro. Somos o único mercado regulado, além da B3, com licenças de Balcão e Depositária.

DO's
Citar mensagens chave (USPs): 1º mercado regulado de ações tokenizadas; 1ª infraestrutura de mercado além da B3 a integrar com corretoras (Itaú Private e Genial Investimentos); Desenvolve o mercado de acesso brasileiro para viabilizar financiamento para a expansão de PMEs; Uma das 1ªs iniciativas do mundo a utilizar Blockchain em infraestrutura de mercado regulado; Único mercado autorizado pela CVM para emissão de ativos de renda fixa e variável, além da B3. Case de sucesso do sandbox da CVM, sendo o único a realizar a transição para as licenças definitivas

Don'ts
Evitar comparações com o mercado de crowdfunding, referências a Startups. Não sugerir que PMEs estão em más condições como comentar que "Essas empresas precisam de mais dinheiro do que ninguém, empresas que têm dívida em banco, antecipa recebível."

Como a BEE4 surgiu?

A BEE4 nasceu para preencher um grande gap no mercado de capitais brasileiro, depois do avanço do ecossistema de startups nos últimos anos e o tradicional mercado para emissões de empresas de maior porte.

Os fundadores da BEE4 — Patricia Stille e Rodrigo Fiszman — ambos com background de mercado financeiro, ex-sócios na XP Investimentos, onde através da rede de escritórios espalhada por todo Brasil, conheceram grandes investidores regionalmente. Por trás desses clientes de fundos exclusivos, estavam empresários de sucesso, na verdade muito mais interessados em como viabilizar a expansão de seus negócios do que gerir a liquidez de seus patrimônios. Negócios muitas vezes bastante promissores, até então oportunidades que estavam fora do radar da Faria Lima.
Estudando mercados de acesso — segmento das bolsas no geral, dedicado para emissões de empresas emergentes (ou PMEs) — em diferentes países, como o AIM (Alternative Investment Market), da London Stock Exchange, e o TSX Venture Exchange, no Canadá, eles entenderam que o que as diferentes jurisdições têm em comum: regras mais simples para o registro de emissores e de ofertas públicas de empresas de menor porte. Um arcabouço regulatório que o Brasil até então não tinha desenvolvido.

DO's
(dados para reforçar credibilidade)


- O Brasil é o 3o entre os países com maior necessidade de financiamento para PMEs. A diferença entre a demanda por crédito dessas companhias e o que é ofertado chega a 27% do PIB, atrás apenas da Venezuela (42,36%) e do Panamá (40,80%), segundo dados do SME Finance Forum, ligado à IFC e à Global Partnership for Financial Inclusion (GPFI).

- Pequenas e médias empresas (PMEs) geram 27% do PIB nacional, mas recebem apenas 18% do crédito disponível no país, segundo levantamento da Liber.

- “Em 2024, as PMEs foram responsáveis por cerca de 60% dos empregos (6 em cada 10 empregos) gerados”, de acordo com dados do CAGED - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, que são os mesmos do Sebrae.
Porcentagem atual.

- A IFC (Corporação Financeira Internacional) estima que o déficit global de financiamento para PMEs é de U$5.2 trilhões anuais, sendo 20% disso concentrado na América Latina.

-Segundo matéria do Valor Econômico, o potencial de crédito para Pequenas e Médias Empresas no Brasil poderia mais do que dobrar, partindo de US$195 Bi para US$678,5 Bi .
-Algumas outras fontes que podem ser usadas para falar sobre o mercado BEE4 no contexto de dados do setor de PMEs: McKinsey & Company, OCDE, Índice Ommie, Fórum Econômico Mundial, World Bank - Banco Mundial, Banco Central, BNDES, SME Finance Fórum, Boletim do Mapa de Empresas (Gov).
Atualmente o Brasil conta com apenas 439 empresas listadas na bolsa, ainda está muito aquém no que tange a companhias de capital aberto se comparado a outros lugares do mundo.

DON'Ts
-Não citar que a história da BEE4 foi criada com motivações “não genuínas”, como falar que a verdadeira intenção do Rodrigo ao conhecer empresários brasileiros era "tirar dinheiro para fazer gestão" das empresas.
- Não é necessário entrar em detalhes, mas caso aconteça, não confundir a história da fundação da BEE4. Rodrigo e Patrícia, nas suas posições na XP, lidavam com clientes exclusivos de escritório pelo Brasil todo, na ponta. Patrícia, que participou do LAB da CVM, liderando uma das frentes do grupo de cripto ativos, foi lá inclusive que conheceu a Paloma, companheira de trabalho no grupo, que se mantém no LAB até hoje. Paloma foi quem fez a introdução da BEE4 para início das conversas com a Núclea, que na época buscava um parceiro para participar do sandbox.

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